segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Quando Apenas Você é o Amigo da História

      Durante essa semana a galera do meu trabalho está toda envolvida em palestras e ações relacionadas ao Programa 5S, que visa conscientizar a todos da importância da qualidade no ambiente de trabalho. O primeiro "senso", o Senso de Utilização, preconiza "Separar o que é útil do que não é. Melhorar o uso do que é útil."
      Eu levei esse senso pra minha casa e resolvi fazer uma faxina no meu notebook. Eu comprei a impressão de algumas fotos, mas precisava enviá-las para o site, e antes disso precisava selecioná-las. Comecei procurando aqui e ali e passei uma tarde inteira em frente ao meu notebook.
      Vendo quanta coisa inútil eu tinha guardado, decidi que era a hora de desapegar do passado, que estava registrado ali, apenas ocupando espaço na memória. Eu gostava de uma pessoa que hoje eu fiz questão de apagar da minha vida. Reencontrei mensagens e foi muito duro ver que a verdade estava o tempo todo lá, debaixo dos meus olhos, mas eu custei tanto a aceitá-la. É difícil e duro descobrir que só você era o amigo da história. E mais difícil ainda é desapegar de quem fez parte de todos os seus pensamentos por tanto tempo, mas o tempo sempre se encarrega de dar sua parcela de ajuda. Tem coisas que só o tempo mesmo pra curar. E eu estou curada.
      Coloquei tudo na lixeira, mas não coube tudo dentro do cestinho. Tinha muito papel amassado transbordando dessa cestinho de lixo. Muito amor, muito carinho, muita criatividade... tudo inútil. Tudo jogado fora.  Nunca pensei que eu fosse capaz de não sentir nada por alguém que um dia eu amei tanto ou que eu iria sentir desprezo por alguém que eu tanto admirava.
        Exclui seu número da agenda, das redes sociais. Exclui suas coisas dos meus arquivos. Exclui você da minha vida. Sim! Essa faxina foi tão necessária. Ainda bem que a vida segue e os amigos se renovam. Ainda bem que quando a gente vira a página, o capítulo seguinte é tão bom que te faz esquecer o anterior. E essa página que virei mudou tanto minha vida! 
        E eu? Eu ficarei muito bem sem você, pois amizade onde apenas um é o amigo não pode ser chamada de amizade.


sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Atrás das Cortinas - Parte 3

Continuação de Atrás das cortinas - Parte 2

      Depois de muita ansiedade, frio na barriga, debates acalorados nos fóruns de discussão {Sim! Eu participei de tudo isso} o resultado oficial saiu e eu PASSEI!!! Meu Deus! Eu consegui! Foram mais de oitocentos inscritos para as seis vagas do meu cargo e o meu nome era o quarto da lista. Aqueles outros cinco nomes eram apenas nomes de pessoas desconhecidas até então, mas que hoje são meus colegas de trabalho, pessoas com quem eu convivo diariamente.
     A vida é mesmo uma caixinha de surpresas. Com o tempo muitas amizades nasceram e eu fui entendendo que essas pessoas precisavam se encontrar, mas talvez essa fosse a única forma para que isso acontecesse.
      Hoje, dois anos já se passaram desde que eu fiz aquela inscrição e eu sei que estou no lugar onde eu deveria estar. Todos os dias eu agradeço a Deus por tantas novidades e primeiras vezes  que aconteceram na minha vida durante esses últimos anos. Agradeço principalmente por aquelas portas fechadas e pelas pessoas que não me ajudaram, pois foram essas decepções que me fizeram chegar até aqui e conquistar tantas coisas.  Tudo é uma questão de saber lidar com as decepções. Você pode escolher acreditar que não merece nada mesmo ou pode escolher dar a volta por cima e calar a boca de todo mundo. Eu decidi conquistar o mundo.
      Quem me conhece de verdade sabe o quanto eu não me importo com a opinião dos outros. Se acham que sou certa ou errada. Estou simplesmente correndo atrás dos meus sonhos {e até já alcancei alguns rs}.Não desejo mais ter um trabalho importante na vida, como eu pensava enquanto adolescente. Quero apenas um trabalho que me deixe viver em paz e tranquilidade, só que no fim das contas, acabei vindo trabalhar em uma instituição que faz um trabalho muito importante no Brasil e com isso sinto que a minha atividade também é muito importante.
     Nesse longo texto eu quis contar, talvez pela primeira vez, os bastidores dessa história que me trouxe para São José dos Campos, pois a partir dessa mudança foi que esse blog nasceu.
     A maioria das pessoas só vê a parte de fora, o fato de eu ser funcionária pública e ter saído do interior do RJ para morar sozinha em uma cidade cheia de desconhecidos, mas poucos conhecem a fundação, o início de tudo e o que eu tive que viver até chegar aqui.
     Tenho chamado esse ano de 2015 de "Ano da Consolidação". Consegui terminar de mobiliar de forma bem básica o apartamento, estou completamente adaptada à nova cidade e apesar de não ter terminado o curso de inglês, já fiz minha primeira viagem internacional e pisei em cinco aeroportos diferentes nas Américas. Estou me realizando!
     Decidi escrever esse texto em comemoração ao dia do Técnico em Segurança do Trabalho, que é hoje, 27 de novembro. Essa é a profissão que escolhi e atrás dela eu vivi essa reviravolta toda na minha vida e, quer saber? Foi minha melhor escolha!
    Você acabou de ler a terceira e última parte da série "Atrás das Cortinas", onde eu contei como vim parar aqui em SJCampos. :)

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Atrás das Cortinas - Parte 2

Continuação do post Atrás da Cortinas - Parte 1

      Me inscrevi no concurso, o primeiro da minha vida, naquele 26 de abril de 2013. Me lembro muito bem desse dia e de quanta esperança e medo eu tive quando a moça do caixa me deu o comprovante de pagamento da inscrição. Parece que naquele momento alguém gritava: "Que comecem os jogos!"
      Saí do banco e fui comprar as ferramentas para construir essa nova fase: um caderno, um pacote de folhas brancas e algumas canetas coloridas. Tudo bem básico mesmo. E lá se foram três meses até o dia da prova, o dia da verdade. Todos os dias desse percurso eram pra estudar. Meu quarto virou um campo de treinamento. Na mesa, livros, cadernos, folhas, notebook, canetas. Mapas mentais nas paredes. Janela fechada e solidão.
      Estudava em todos os minutos possíveis e abri mão de passeios, TV. Aliás, pra que assistir televisão mesmo? Ô coisa inútil na vida! Sempre pensava que, no momento em que eu parasse pra fazer qualquer coisa, meus concorrente estariam estudando, aprendendo. Então eu tentava fazer o contrário. Enquanto alguém poderia estar preso ao capitulo "imperdível" das novelas, eu estaria estudando. Bom, eu só parava em frente à TV para assistir ao meu seriado favorito no universo: CSY: New York, e fazia isso enquanto jantava pra "ganhar tempo". Era o meu momento de relaxar um pouco, afinal, ninguém é de ferro, mas assim que terminava o episódio eu já desligava a TV e voltava para a minha mesa de estudos.
      Os vizinhos já começavam a perguntar se eu havia me mudado e eu estava cada vez mais determinada à isso. Mudar de cidade seria uma das consequências de passar nesse concurso. Em um desses dias de estudo, fui olhar para o relógio e já eram, vejam só, duas e meia da madrugada. É... às vezes a madrugada não tinha mesmo sido feita para dormir...
      Quanto mais se aproximava o dia da prova, mais eu estudava. Assistia algumas aulas gratuitas disponibilizadas no Youtube pelo Alfa Concursos e isso me ajudou bastante. Aqueles professores eram as únicas pessoas em quem eu realmente prestava atenção naqueles dias.
      E chegou o grande dia, o dia decisivo. Eu estava aqui em São José dos Campos, uma cidade até então totalmente desconhecida pra mim, mas que poderia ser a minha casa um dia. Como uma prova pode mudar tanto a nossa vida? Bem, a vida é uma sequência de provas, nós é que não percebemos isso. Precisamos escolher coisas a todo instante, marcar uma das opções desde o momento em que acordamos: 
Levantar agora ou ficar mais cinco minutinhos?
A blusa preta ou a vermelha?
Pão francês ou pão de forma?
Maçã ou uva?
A faculdade ou o curso técnico?
Participar desse concurso, sim ou não?
Ser ou não ser, eis a questão?
     Saí da sala de prova com os ombros mais leves. Sem certeza de nada, mas com a consciência de que fiz o meu melhor e batalhei por isso durante todos esses dias...

Você acabou de ler a segunda das três partes da série "Atrás das Cortinas", onde eu conto como vim parar aqui em SJCampos. Amanhã você poderá ler a última parte, afinal, a loucura é tão grande que não cabe em um post só.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Atrás das Cortinas - Parte 1

        Eu sempre sonhei em ser alguém importante e fazer um trabalho que fosse importante para a sociedade de um modo geral. Não sabia o que seria isso, mas eu queria ser.
     Depois do Ensino médio eu prestei dois vestibulares e passei. Durante o curso vi que meus professores eram pessoas extremamente importantes. Pesquisadores que conheciam profundamente sobre aquele assunto e um dia eu queria ser como eles.
     O tempo foi passando e dentro dos meus conflitos ainda meio adolescentes fui vendo que talvez aquela vida não fosse a que eu queria. Talvez eu não quisesse passar todos os meus dias dentro de laboratórios rodeada de alunos. Talvez eu desejasse uma outra vida pra mim.
    Quando tranquei a faculdade e comecei o curso de segurança do trabalho eu estava decidida a fazer daquela a minha profissão, afinal de contas, não tinha nem dinheiro e nem todo o tempo do mundo pra ficar assim, com tantas dúvidas e incertezas. Aquilo precisava dar certo.
    Depois que me formei, segurança era o que eu sabia fazer, era a minha profissão e eu teria agora que entrar nesse concorrido mercado de trabalho. Trabalhei, pedi pra sair, fiquei desempregada. Aconteceu de tudo um pouco, mas as decepções e portas fechadas me forçaram a olhar para o mapa da vida outra vez a fim de encontrar uma saída. Após algumas entrevistas frustradas e propostas de trabalho muito aquém do que eu imaginava, eu encontrei uma luz no fim do túnel. Sim. Concurso público.
Por que eu não pensei nisso antes?

Você acabou de ler a primeira das três partes da série "Atrás das Cortinas", onde eu conto como vim parar aqui em SJCampos. Amanhã você poderá ler a parte dois, afinal, a loucura é tão grande que não cabe em um post só.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

O Laço e O Abraço

    Enquanto isso no dicionário...

    Abraçar: v.t. Estreitar nos braços.
Fig. Cercar, envolver, cingir. Adotar, escolher. Conter, abranger. Perceber com a vista.

    Pra mim é a forma perfeita de mostrar o que as palavras não conseguem dizer.
    Sabe quando você abraça alguém e parece que o mundo gira em torno de vocês? O mundo se move em câmera lenta, os olhos se fecham e os corações parecem se abraçar também enquanto borboletas azuis voam ao redor. É como se você pudesse ser simplesmente você mesmo e o outro conseguisse enxergar isso, você mesmo, a sua essência, os seus sentimentos nus.
    Um abraço pode mudar nosso dia. Nossa vida. Mudar nosso relacionamento com determinada pessoa... Muitos sentimentos cabem dentro de um abraço e talvez por isso abraçar quem amamos seja algo tão bom!
"Quando alguém o abraça, não seja você o primeiro a soltar os braços". Essa frase é a minha regra ao abraçar alguém.
   O primeiro poema que me vem à cabeça quando penso em abraço é esse que transcrevi aí embaixo: O laço e o abraço.  É lindo!

"Meu Deus! Como é engraçado! 
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço... 
uma fita dando voltas. 
Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e
pronto: está dado o laço.
É assim que é o abraço: coração com coração, 
tudo isso cercado de braço. 
É assim que é o laço:
 um abraço no presente, no cabelo, no vestido, 
em qualquer coisa onde o faço. 
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece?
Vai escorregando...
devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço. 
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido. 
E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço. 
Ah! Então, é assim o amor, a amizade. 
Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita. Enrosca, segura um pouquinho,
 mas pode se desfazer a qualquer hora,
 deixando livre as duas bandas do laço. 
Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade. 
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços. 
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço. 
Então o amor e a amizade são isso... 
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam. 
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!"


quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Não Deixe o Amor Passar

      Continuando a série "Ah! O Amor", hoje vou compartilhar um texto lindo do Carlos Drummond de Andrade, que fala sobre como descobrir que encontramos o amor, como não deixá-lo passar sem que a gente se dê conta. Li esse texto há muitos anos, me apaixonei  por ele e acho deveria emoldurar essas verdades.
     "Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida. 
    Se os olhares se cruzarem e, neste momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu. 
    Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês. 
    Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor. 
    Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR."

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Playlist Sobre O Amor

      Quem acompanha o blog já viu algumas letras de músicas por aqui. Hoje decidi compartilhar a minha playlist de amor, com as músicas mais "Amorzinho" do mundo. Muitas dessas canções serviram como trilha sonora para o jantar da primavera {que não era romântico what a pity}, pois eu simplesmente amo todas elas. Lindas e leves de se ouvir!
     Não vou colocar os vídeos diretamente no post, mas se você clicar no nome do intérprete será direcionado para assisti-la no Youtube. Algumas das músicas são interpretadas por vários cantores diferentes, então escolhi as minhas versões preferidas para compartilhar com vocês.

1.  Endless Love {Cidia e Dan}
2.  O que eu também não entendo {Jota Quest}
3.  Thinking Out Loud {Ed Sheeran}
4.  All Of Me {John Legend}
5.  Close To You {Cidia e Dan}
6.  From This Moment On {Cidia e Dan}
7.  De Janeiro a Janeiro {Nando Reis e Roberta Campos}
8.  Grande Amor {Kim}
10. A Thousand Years {Boyce Avenue}
      O que achou da minha playlist? Quais são as suas preferidas? Quais você acrescentaria nessa lista? Compartilhe aqui nos comentários.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

O Que Eu Também Não Entendo

      O título desse post é na verdade o título de uma música da banda Jota Quest, que eu achei quando estava montando a playlist para o reencontro com as amigas do colégio, mas que por qualquer motivo acabou ficando apenas armazenada no meu notebook mesmo...
      Na semana passada, ao procurar músicas para a playlist do jantar , acabei incluindo essa linda canção e me apaixonei por ela. Linda, cheia de amor, com um toque de exagero e outro toque de verdade, de essência. Apaixonem-se também! {Clique aqui para assistir ao clipe da música}

Essa não é mais uma carta de amor
São pensamentos soltos traduzidos em palavras
Pra que você possa entender
O que eu também não entendo
Amar não é ter que ter sempre certeza
É aceitar que ninguém é perfeito pra ninguém
É poder ser você mesmo e não precisar fingir
É tentar esquecer e não conseguir fugir, fugir

Já pensei em te largar
Já olhei tantas vezes pro lado
Mas quando penso em alguém é por você que fecho os olhos
Sei que nunca fui perfeito mas com você eu posso ser
Até eu mesmo que você vai entender

Posso brincar de descobrir desenho em nuvens
Posso contar meus pesadelos e até minhas coisas fúteis
Posso tirar a tua roupa
Posso fazer o que eu quiser
Posso perder o juízo
Mas com você eu tô tranquilo, tranquilo

Agora o que vamos fazer, eu também não sei
Afinal, será que amar é mesmo tudo?
Se isso não é amor, o que mais pode ser?
Estou aprendendo também
(Fernanda Mello)

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Algo sobre Primavera e Amizade

    Um dia acordamos com nossos nomes escritos em uma mesma lista. Era o que nós tínhamos em comum naquele momento.
     Um dia nos vimos pela primeira vez, mas eu nem me liguei muito naquele boyzinho de cabelo meio despenteado.
    Um ano depois, num dia qualquer da primavera eu fui, como todos os dias, almoçar sozinha naquele restaurante. E eu vi você sozinho naquela mesa. Eu fui caminhando pra sentar de costas pra você, na mesa de trás, mas não sei porque, quando me aproximei minha boca te perguntou se eu poderia me sentar ali, ao seu lado. Me sentei. De repente aquele boyzinho parecia mais sério, mais... sei lá. Só sei que conversamos pela primeira vez e eu senti algo inexplicavelmente bom. Um bem estar, um sol dentro de mim. Acho que eu estava reconhecendo um amigo...
    Eu terminei primeiro, mas decidi te esperar e fomos embora caminhando. No momento de seguirmos caminhos diferentes eu apenas disse "tchau", mas você me abraçou.
    Confesso que passei aquele fim de semana tentando me lembrar o seu nome e pensando em "quando" e "se" eu iria te encontrar por aí outra vez, afinal, como encontrar alguém de quem eu não sabia nem o nome? E encontrei. E dessa vez perguntei o seu nome. Agora você tinha um nome.
    Um dia fomos assistir à orquestra e foi a primeira vez que ouvi o som maravilhoso que uma orquestra faz. Bem... uma pessoa que gosta de orquestra não pode ser uma má pessoa. É nisso que eu acredito...
   Depois disso combinamos um jantar. Foram horas de muita conversa e muitas risadas. Boas horas na companhia de um bom novo amigo.  Falamos sobre música, comidas, bebidas, passeios, futebol, viagens, livros, trabalho, intolerância, alergia, irmãos mais novos, família, jantar de Natal, aluguel, morar sozinho, faculdade, filmes.
   Você disse que meu nome é rosa ou laranja. Eu disse que o seu era amarelo com branco. Rimos disso. É. Achei alguém que também imagina a cor dos nomes.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Quem São Eles?

       Durante os aproximadamente 270 km que eu percorro em alguns finais de semana quando vou visitar minha família eu faço várias coisas. A principal e mais importante é dormir óbvio e a outra é ouvir músicas.
As regras de sobrevivência mais importantes são: nunca deixar de carregar o celular imediatamente antes das viagens e não esquecer os fones de ouvido. Coloco as músicas que amo e acabo tirando um cochilo {mentira. Eu durmo mesmo e até sonho!}.
      Na minha playlist tem várias músicas da banda Engenheiros do Hawaii, que possuem letras inteligentes e que me fazem refletir sobre vários assuntos. Entre essas músicas incríveis, escolhi uma pra compartilhar com vocês. O nome dela é 3ª do Plural e me faz pensar sobre o mundo consumista, em o quanto as coisas não são feitas pra durar e em como tudo isso faz parte de um sistema de engrenagens. 
      Acompanhe essa letra e pare pra pensar um pouco no mundo em que vivemos e no que você tem feito.
Corrida pra vender cigarro
cigarro pra vender remédio
remédio pra curar a tosse
tossir, cuspir, jogar pra fora
corrida pra vender os carros
pneu, cerveja e gasolina
cabeça pra usar boné
e professar a fé de quem patrocina

Eles querem te vender, eles querem te comprar
querem te matar, de rir ... Querem te fazer chorar
quem são eles?
quem eles pensam que são?

Corrida contra o relógio
silicone contra a gravidade
dedo no gatilho, velocidade
quem mente antes diz a verdade
satisfação garantida
obsolescência programada
eles ganham a corrida antes mesmo da largada

Eles querem te vender, eles querem te comprar
querem te matar, à sede...eles querem te sedar
quem são eles?
quem eles pensam que são?

Vender... Comprar... Vedar os olhos
jogar a rede contra a parede
querem te deixar com sede
não querem nos deixar pensar
quem são eles?
quem eles pensam que são?
(Gessinger)

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Novembro, a Quinta-Feira do Ano

     Ahhh... Novembro
    Depois de um fim de semana coladinho com o feriado em que eu descansei e fiz algumas coisinhas bem legais, venho dar as boas vindas ao mês de novembro. Sim. O ano está acabando e dizem por aí que Novembro é a Quinta-feira do ano.
    Vou aproveitar esse mês para pegar firme nos preparativos da minha festa de aniversário. Falta um mês e eu ainda não tenho tudo planejado {socorroooo}. Pretendo fazer umas comprinhas na região da 25 de Março, definir as artes da decoração... muito trabalho para que fique tudo lindo.
    Um Novembro lindo pra todos nós!
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