segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Casa de Anne Frank

Local: Anne Frank House, Amsterdam
Fui em: janeiro/2018
Entrada: 10 euros
Site: https://www.annefrank.org/en/museum/
Foto do site
       Quem leu o livro "O diário de Anne Frank" já sabe do que, apesar do nome, não era nesse local que Anne morava. Esse era o prédio onde ficava o anexo onde ela, sua família e alguns conhecidos se esconderam durante a Segunda Guerra Mundial e onde ela escreveu seu diário.

       No dia 1º de agosto de 1944 Anne fez suas ultimas anotações no diário. Dias após, as pessoas do anexo foram traídas, denunciadas e levadas para um campo de concentração, onde Anne, sua irmã Margot e sua mãe morreram. Apenas o pai dela, Otto Frank, sobreviveu e decidiu publicar o diário de Anne, tornando-a uma famosa escritora, bem mais famosa do que ela talvez sonhasse que seria.

       O diário original e os cadernos de Anne estão expostos nesse museu. Durante a visitação temos acesso aos cômodos do anexo e é incrível poder visualizar o que eu já imaginamos lendo o livro. Cada detalhe, cada sentimento que aquele lugar nos inspira. Vale a pena pra qualquer pessoa, mas pra quem ama o  livro, é incrível.

       É importante lembrar que eu não tinha planejado muito minha estadia em Amsterdam, logo, não tinha comprado ingresso para a Casa da Anne. No primeiro dia pela cidade passei perto do museu e descobri que não vendia ingresso "na porta" ou bilheteria, só online, mas sabia que era super concorrido e meio que perdi as esperanças. Assim que cheguei no Airbnb onde estava hospedada, entrei no site e, advinhem: tinha 1 (UM, apenas UM) ingresso disponível para o dia seguinte. Comprei e consegui fazer essa visita. <3 Foi um presente conseguir visitar esse lugar!




terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Desde 27 de janeiro de 1945

        Auschwitz foi o maior e mais terrível campo de extermínio do regime de Hitler. Em suas câmaras de gás e crematórios foram mortas pelo menos um milhão de pessoas. 
        No auge do Holocausto, em 1944, eram assassinadas seis mil pessoas por dia. Auschwitz tornou-se sinônimo do genocídio de judeus e tantos outros grupos perseguidos pelos nazistas, como ciganos, poloneses, comunistas, homossexuais, prisioneiros de guerra soviéticos, testemunhas de Jeová e deficientes físicos e mentais .

As tropas soviéticas chegaram a Auschwitz na tarde de 27 de janeiro de 1945, um sábado. 

        Todos os anos, no dia 27 de janeiro, celebra-se o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. A data faz referência à liberação, pelas tropas soviéticas, do Campo de Concentração e Extermínio Nazista Alemão de Auschwitz em 1945 e foi definida pela Assembleia Geral das Nações Unidas.

      O Holocausto foi uma prática de perseguição política, étnica, religiosa e sexual estabelecida durante os anos de governo nazista de Adolf Hitler.  O genocídio nazista contra os judeus foi parte de um conjunto mais amplo de atos de opressão e de assassinatos em massa cometidos pelo governo nazista contra vários grupos na Europa. 

     Na Alemanha, dizer que o Holocausto é mentira, que não existiu o extermínio em massa nos campos de concentração e câmaras de gás, pode dar pena de prisão ou multa, desde que o Código Penal alemão foi modificado em 1993.
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       Ainda não fui ao Campo de Auschwitz, apenas no Campo de Sachsenhausen. Gosto de ler sobre a Segunda Guerra e vou deixar algumas dicas de livros e filmes para quem quiser saber um pouco mais dessa parte terrível da História da humanidade.

*Todas as indicações eu já li/assisti :) É só clicar no nome que vai abrir um link.
 
Livros:

O diário de Anne Frank  -  escrito pela própria Anne


O tatuador de Auschiwtz  de Heather Morris

Os bebês de Auschwitz de Wendy Holden


Irmãs em Auschwitz de Rena Kornreich Gelissen

Eu sobrevivi ao Holocausto de Nanette Blitz Konig


Filmes:


O Coração Corajoso de Irena Sendler - 2009





segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Eu primeiro

       Eu sei que nos últimos meses não tenho sido grandes coisas como amiga pra você ( e para outras pessoas também), mas eu mal estou conseguindo ser uma boa pessoa mim mesma, sério... o que dirá para os outros...

       Tenho me sentido bem na maior parte do tempo, porém com uns momentos de tristeza, e nesses momentos eu prefiro ficar só. Talvez não seja a melhor escolha, mas dizem que é errando que aprendemos. O que eu não acho bom pra mim é viver uma paz e uma felicidade falsa, onde as pessoas me vêem sorrindo, mas por dentro estou chorando/ sangrando.

       Preciso entender, me entender, perceber o que me faz bem e correr atrás dessas coisas benéficas pra mim. Ver o que me deixa na bad e evitar, excluir isso do meu dia a dia. Parar um pouco de fazer pelos outros e me deixar pra depois...bem...agora esse depois chegou.

      Estou sendo egoísta? Não. Estou só tentando manter a minha saúde mental em dia, focando em resolver os meus problemas e ser feliz. O ano de 2018 todo foi "coisado". Foi difícil. Foi deprimente. Desesperador. Cansativo. Mas eu saí viva e só Deus sabe como...  Vi morrer um pedaço de mim, um pedaço da minha fé na humanidade, mas estou me reconstruindo. As feridas nos tornam mais dura, eu sei. Talvez eu realmente esteja mais dura, mas a vida me exige força.

      Tô levando a vida do jeito que dá. Segurando a peteca e lidando com todos esses monstros do jeito que eu posso.  Me perdoe pelos meus erros de 2018, minhas inconsistências e varições. Foi difícil ser eu nesse ano também, mas aos poucos estou melhorando/ mudando/ me reerguendo.

       Tô falhando? Devo estar, mas minha luta é pra não falhar muito comigo mesma. Não mais.